Se me dissessem no final daquele sorteio que, por esta altura, estaríamos obrigados a vencer o último jogo caso o Copenhaga vencesse o seu, ficaria muito surpreendido. O que é certo é que, por incrível que pareça, nos colocamos nesta situação.

Uma vez mais, os comandados de NES, brindaram os adeptos que viajaram até Copenhaga com um primeiro tempo à imagem do que vem mostrando: pobre.
Posso sempre ver o aspeto positivo, este FC Porto tem-nos poupado o trabalho nas análises. As suas primeiras-partes são fáceis e rápidas de caracterizar: amorfas, sem ideias, lentas. A jogar pouco os azuis e brancos não conseguiam mostrar competência para chegar à vantagem.
A insistência na bola longa em detrimento do futebol apoiado explicam a dificuldade em chegar à baliza adversária com gente e, acima de tudo, com critério.
Não foi isso que aconteceu e durante muito tempo o "chuto para a frente" era o melhor que o FC Porto fazia e, claro está, as oportunidades escasseavam.
Finda a primeira parte, aguardávamos por uma segunda bem melhor, e isso aconteceu. Os Portistas acordaram e resolveram partir em busca de um resultado positivo. Se nos primeiros 45 min, deram folga ao Gr da equipa Dinamarquesa, nos segundos foi diferente. Sob a batuta de Otávio os portistas procuravam chegar à vantagem. Contudo, a indefinição lá na frente penalizava o futebol produzido pela equipa que não quebrava o gelo dos nórdicos.
O jogo escrevia-se em sentido único e as 14 oportunidades contra 0 do adversário assim o demonstram, mas a baliza à guarda de Olsen continuava inviolável.
O tempo passou e o golo não aconteceu e o FC Porto volta a empatar com o Copenhaga e, não só adia a passagem à próxima fase, como a dificulta.
Não fizemos, ainda, um bom jogo de inicio ao fim nesta champions. Resta esperar que a equipa o faça no mais importante, contra o Leicester, de forma a carimbar a passagem que se complicou demasiado.
Isto era para ser fácil mas...
Destaques:
Otávio - Para além de ter sido o portista com mais toques na bola e passes para ocasião, deu ainda uma ajuda a Danilo. Somou seis desarmes e venceu 75% dos duelos aéreos em que participou, o que, tendo em conta a sua estatura, é meritório.
Felipe - Nem tudo é mau. Se lá na frente o ataque complica a defesa, essa, vai dando muito boa conta de si. Com o brasileiro a comandar as hostes. fez 19 acções defensivas e esteve imperial nas alturas, vencendo 67% de duelos aéreos.
A insistência na bola longa em detrimento do futebol apoiado explicam a dificuldade em chegar à baliza adversária com gente e, acima de tudo, com critério.
Não foi isso que aconteceu e durante muito tempo o "chuto para a frente" era o melhor que o FC Porto fazia e, claro está, as oportunidades escasseavam.
Finda a primeira parte, aguardávamos por uma segunda bem melhor, e isso aconteceu. Os Portistas acordaram e resolveram partir em busca de um resultado positivo. Se nos primeiros 45 min, deram folga ao Gr da equipa Dinamarquesa, nos segundos foi diferente. Sob a batuta de Otávio os portistas procuravam chegar à vantagem. Contudo, a indefinição lá na frente penalizava o futebol produzido pela equipa que não quebrava o gelo dos nórdicos.
O jogo escrevia-se em sentido único e as 14 oportunidades contra 0 do adversário assim o demonstram, mas a baliza à guarda de Olsen continuava inviolável.

Não fizemos, ainda, um bom jogo de inicio ao fim nesta champions. Resta esperar que a equipa o faça no mais importante, contra o Leicester, de forma a carimbar a passagem que se complicou demasiado.
Isto era para ser fácil mas...
Destaques:
Otávio - Para além de ter sido o portista com mais toques na bola e passes para ocasião, deu ainda uma ajuda a Danilo. Somou seis desarmes e venceu 75% dos duelos aéreos em que participou, o que, tendo em conta a sua estatura, é meritório.
Felipe - Nem tudo é mau. Se lá na frente o ataque complica a defesa, essa, vai dando muito boa conta de si. Com o brasileiro a comandar as hostes. fez 19 acções defensivas e esteve imperial nas alturas, vencendo 67% de duelos aéreos.
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