domingo, 20 de setembro de 2015

FC Porto vs Benfica - Jogar Por Todos Nós!


Está cada vez mais próximo o confronto que irá opor o FC Porto ao rival Benfica, o sorteio ditou que seria à 5ª jornada, e aí está ela!

O Clássico vai disputar-se num Dragão a rebentar pelas costuras e, como em todos os jogos mas nestes em especial, os adeptos terão um papel importante. O ambiente terá de ser fantástico para os azuis e brancos e frenéticos para os visitantes. Que os recebamos como tão bem sabemos fazer.

Em jogos destes, mais do que táticas, estratégias e 11's iniciais, importa a vontade, o crer e a raça que são transportados para dentro de campo. Os clássicos que marcaram cada um de nós, independentemente do treinador, do seu método de jogo ou dos seus jogadores é comum a forma como os vencemos e estas três premissas foram uma constante e, hoje, não pode ser excepção, até porque é isto que nos caracteriza, nos fez diferentes e nos levou aos palcos e conquistas até aos dias de hoje.

Sejam quem for os escolhidos de Lopetegui terão de ser a extensão de todos nós dentro das quatro linhas e a vontade de vencer terá de ser, no mínimo, a mesma. Os escolhidos terão de jogar por nós, verdadeiramente.

O FC Porto entrará em campo em 1º lugar, que assim continue no final do encontro e com a vantagem dilatada para o rival da Luz de 1 para 4 pts.
Num campeonato tão longo 4 pts é pouco, de facto, mas pode significar muito e ditar aquela que será a história no final do campeonato.

Um FC Porto vs Benfica não é um jogo qualquer, a vontade de cada um de nós em esmagar, cilindrar e humilhar o nosso rival é muita e nem é preciso dizer que é o que mais quero ver logo à noite. Não apenas por ser o rival mas pelo que trás consigo, desde adeptos do mais pequenino que há, passando por uma comunicação social que não nos trata com o respeito que merecemos e acabando num andor muito bem montado para levar a bom porto sempre os mesmos, tudo isto está bem vincado no adversário que hoje defrontamos e, é por tudo isto, que hoje não vamos defrontar apenas o Benfica.

São 18 os jogadores levados a jogo pelo treinador Julen Lopetegui: Helton e Casillas (guarda-redes); Maxi Pereira, Martins Indi, Maicon, Marcano, Rúben Neves, Varela, Brahimi, Aboubakar, Dani Osvaldo, Tello, Herrera, Jesús Corona, André André, Miguel Layún, Danilo e Imbula.

Para entrar em campo neste jogo (e estes são os que faria jogar e não os que acho que o vão fazer) apostaria em: Casillas; Maxi, Maicon, Marcano e Layún; Danilo, Rúben Neves e André André; Brahimi, Aboubakar e Corona.

Sem muito mais a dizer termino com os votos de uma grande vitória e sem margem para dúvidas, mostrar que estamos cá de novo e que o período de seca, para alguns, vai voltar.

"Quando alguém se atrever a sufocar
O grito audaz da tua ardente voz
Oh, Oh, Porto, então verás vibrar
A multidão num grito só de todos nós"

Vamos Mágico Porto!

terça-feira, 15 de setembro de 2015

O Regresso das Noites Europeias


Estão de volta as noites europeias aos grandes ecrãs. A UEFA Champios League inicia-se hoje, porém, a estreia dos Dragões na maior competição de clubes está marcada para amanhã quando defrontar os ucranianos do Dínamo de Kiev.

Num grupo que poderia ser bem mais complicado (falei disso aqui) é importante, como em todas as provas, entrar a vencer. Contra a equipa ucraniana não é excepção, ainda para mais se queremos fazer uma fase de grupos tranquila e à altura dos pergaminhos da equipa portista. Alcançar pelo menos os quartos-de-final da competição, à semelhança do ano passado, é o que se pede, não só pelo prestígio que esta prova dá a todos os clubes que nela participam e, principalmente colecionam boas exibições, como ao nível financeiro.

Para clubes como é caso do nosso FC Porto, o dinheiro que a prova rainha da UEFA possibilita é muito importante para umas finanças saudáveis e minimamente equilibradas. Os portistas arrecadaram, já, cerca de 10M de euros com a participação na fase de grupos (registou-se um aumento dos prémios relativamente aos últimos anos para quem alcança esta fase, até então os clubes recebiam "apenas" 8,6M).

É por todos estes motivos que, entrar com o pé direito é muito importante!

Do outro lado estará uma boa e organizada equipa que, na época transata, destronou o poderia que vinha sendo cimentado pelo rival Shakthar Donetsk que vinham de uma série de 5 campeonatos conquistados. Este dado é revelador dos problemas que pode causa a equipa Dínamo de Kiev.

O jogo com a equipa ucraniana não será, com certeza, fácil à partida. Compete ao FC Porto torná-lo assim e capacidade para tal não lhe falta. Para obtermos o resultado que queremos basta, apenas, ver uma equipa jogar com a atitude do jogo de Arouca numa boa parte do tempo.

Para este jogo, não arrisco um onze fruto das boas e credíveis opções que o treinador Lopetegui tem à sua disposição, o jogo do último fim-de-semana foi revelador disso mesmo, com as alternativas no 11 a darem uma boa e convincente resposta.

Dos 32 clubes presentes na Champions a equipa portista é a 18ª mais valiosa, a 1ª em Portugal, com o valor a rondar os 164M de euros, isto depois de fazer vendas próximas dos 110M.

Não deixa de ser relevante e clarifica que na teoria temos o melhor plantel, que na prática também tenhamos.

Agora, que venha daí a Champions!

domingo, 13 de setembro de 2015

3 vs 1 - Uma Boa e Importante Vitória!

Arouca e FC Porto defrontaram-se ontem, com os azuis e brancos a levarem a melhor num jogo que talvez tenha sido mais fácil do que o esperado por alguns.

Lopetegui voltou a apresentar surpresas no seu 11 inicial fazendo entrar em campo Casillas; Maxi, Maicon, Marcano e o reforço Layún; Rúben Neves, Imbula e André André, Brahimi, Aboubakar e outro reforço mexicano Corona. 

Esperava um 11 diferente, já que não estava em crer que Lopetegui lançasse tão rápido a jogo os seus reforços, da mesma forma que achava, também, que não tiraria Herrera da equipa depois das boas exibições ao serviço da sua seleção, pese embora ao serviço do FC Porto ainda não tenha estado ao nível que apresenta com a camisola Mexicana. 

Porém, o treinador espanhol optou por fazer algumas alterações de forma a fazer descansar os regressados das seleções e preservá-los para o jogo de quarta-feira, apostando assim numa rotação de jogadores. 
Com isto, foi possível ver mais tempo de jogo por parte de alguns atletas, tempo esse que já vinha sendo aguardado por alguns de nós desde o início do campeonato, casos de Rúben Neves e André André, em especial o primeiro.

Apesar do risco os jogadores escolhidos deram uma boa resposta. 
Até ao primeiro golo do encontro a equipa esteve bem, jogando de forma rápida e entrosada, acabando por baixar o seu rendimento a partir de então. 
Já no decorrer da segunda-parte, e após uma alteração que fez alguns acreditar que o treinador estava a querer defender o resultado, o FC Porto passou a jogar num 4-4-2 losango, beneficiando com isso os jogadores do meio-campo. As alterações resultaram em dois golos e um maior caudal ofensivo com os azuis e brancos a chegar mais vezes e com mais gente à área adversária. 

O resultado final acabou num 3 a 1, com o golo da equipa da equipa da casa a resultar numa falha de marcação por parte de Layún, ignorando o facto de o irmão de Maicon (o autor do golo) se encontrar ligeiramente adiantado. 

Melhor em campo: Jesús Corona. 
 Não podia ser outro que não o estreante jogador mexicano. Tecatito, como é conhecido, deixou ótimas indicações, podendo assumir um papel de destaque na equipa e de bom desequilibrador, numa altura em que Brahimi parece estar de regresso às más exibições.  


Notas (+)

Rúben Neves - o menino não engana ninguém, é um craque. Ontem, mais uma vez, demonstrou-o. Há que dar mais tempo de jogo, mesmo sabendo que Danilo será o dono da posição que o jovem desempenha.

André André - o ex-vitória é o verdadeiro jogador à Porto: raça, crer e muita alegria por vestir esta camisola. Ontem, completou uma boa exibição estando em dois dos três golos dos portistas.

Num jogo em que o nosso amigo Capela se esforçou para mostrar todos os cartões amarelos que pôde (com alguns completamente ridículos) o FC Porto arrecadou uma importante vitória antes de se estrear na Champions e receber o rival da Luz. 

Próxima paragem: Kiev, UEFA Champions League!

sábado, 12 de setembro de 2015

O Arouca vs FC Porto e o Fraco Jornalismo

Está de regresso o FC Porto!

Pedro M. Lopes in A Bola
Depois de um fim-de-semana sem ver o nosso Porto jogar está de volta, finalmente, o campeonato português com os azuis e brancos, ao contrário de outros, a deslocar-se até a Arouca para defrontar a equipa local.

Independentemente do jogo (e já lá vamos) o FC Arouca vs FC Porto já não se vai livrar de algumas particularidades: depois das declarações do presidente da equipa Arouquense a desculpar-se sobre o por quê de com uns não jogar em sua casa e com outros fazê-lo (falei disso aqui) eis que surgiram as nomeações para este jogo. E que nomeações! O árbitro escolhido foi, como sabemos, o famoso João Capela. Definitivamente já não há complexo ou vergonha alguma nas escolhas por parte de Vítor Pereira, é à descarada e sem pudor.

Contudo, e falando do jogo,  seja qual for o senhor do apito escolhido ou o campo onde jogarmos, o FC Porto tem apenas e só de vencer, é a sua obrigação. Tem equipa para isso e por mais que tentem, não podemos tropeçar na primeira pedra que nos metem no caminho. Quero com isto dizer que, não haverá desculpas para outro resultado que não a vitória no jogo de logo, é importante vencer não só porque é o ultimo jogo para o campeonato antes do importante desafio com o rival Benfica, como o antecede a estreia na Liga dos Campeões.

Sem me alongar muito mais, espero, para além da vitória, uma boa exibição. Quero ver garra, vontade de ganhar e comer a relva se for preciso. Não são apenas as vitórias que moralizam as equipas, os bons jogos realizados também e, depois do empate na Madeira e da vitória com Estoril sem se ver grandes exibições, hoje, terá de acontecer o contrário.

Lopetegui convocou 19 jogadores: Helton e Casillas (guarda-redes); Maxi Pereira, Martins Indi, Maicon, Marcano, Miguel Layún, Danilo, Rúben Neves, Brahimi, Aboubakar, Dani Osvaldo, Tello, Herrera, Jesús Corona, André André, Alberto Bueno, Imbula e Cissokho.

Para entrar em campo aposto no seguinte 11: Casillas; Maxi, Maicon, Marcano e Cissokho; Danilo, Imbula e Herrera; Brahimi, Tello e Aboubakar.

Falado o jogo de mais logo, avancemos.

Quem acompanha o bom jornalismo praticado em Portugal, em particular o que é dirigido ao FC Porto, deve, por estes dias, ter estranhado a ausência de notícias das "boas" que envolvam o nosso clube, tendo em conta o aproximar do jogo com o rival Benfica. Eu confesso que também começava a criar alguma tristeza dentro de mim até que vi que, afinal, não se esqueceram de nós, e já trataram de por em prática tudo aquilo que são capazes e fazer "jornalismo" com umas aspas gigantes. O pouco suspeito Correio da Manhã fez questão de colocar na sua capa, como podem ver, que Osvaldo anda descontente.

Se não fosse isto seria outra coisa qualquer, mas já era de prever que se agarrassem ao historial do italo-argentino para fazerem das suas, por mais que não exista nadica de nada a nossa querida comunicação social vai encarregar-se de fazer com que haja, nem que para isso dêem asas à sua escrita criativa. Para destabilizar vale tudo.



O FC Porto estreou-se, hoje, mais de 3 anos depois, na principal liga de Basquetebol. O jogo terminou com o resultado de 100 - 58 para os Dragões frente ao Oviedo. Fica aqui a merecida nota de destaque.




sábado, 5 de setembro de 2015

Orgulhoso Portista - "Vamos jogar pelos migrantes"


No mundo do futebol existem enumeras situações que não devem servir de exemplo a ninguém, porém, se há algo que o Desporto Rei tem a capacidade de fazer é juntar diferentes crenças, raças, nacionalidades, ideologias...em torno de uma bola, e, quando assim é, algo de bom pode ser feito. 

Serve isto para falar acerca da iniciativa do nosso clube.
O nome do FC Porto anda nas bocas do mundo desde ontem, quando foi conhecida a sua iniciativa e o consequente apelo à UEFA de ajudar os refugiados que fogem em debandada dos seus países de origem com destino à Europa. 

Se fiquei agradado com o gesto do Bayern Munique perante o mesmo problema, ver o nosso clube também associado a esta causa só nos pode deixar satisfeitos e orgulhosos por sermos Portistas e ajudarmos de alguma forma a combater este flagelo.

Agora, mais do que nunca, temos motivos que sobram para pagar bilhete e ir ao estádio apoiar o nosso clube na primeira jornada em casa para a Champions League (FC Porto vs Chelsea) e, em simultâneo, ajudar uma causa.  "Vamos jogar pelos migrantes".

Somos, de facto, como diz a hashtag da nova época, um clube Sem Igual!

Orgulhosamente,
Muralha Azul.

 




sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Os Amigos de Arouca

Como já se sabia, o jogo entre Arouca e FC Porto, ao contrário de que aconteceu com "outro(s)" quando defrontaram a equipa arouquense, não será jogado em Aveiro.

Ontem, a rádio TSF questionou o presidente do clube, Carlos Pinho, se havia sido colocada a hipótese do jogo com os azuis e brancos ser, também ele, disputado no mesmo local, com o Presidente Amigo a responder da seguinte forma:

«No jogo com o Benfica quisemos dar uma prenda aos muitos emigrantes naturais de Arouca que estavam de férias em Portugal. Com o regresso desses emigrantes aos países onde vivem e trabalham essa opção não faz sentido»

A desculpa de Carlos Pinho é que o jogo realizou-se em Aveiro para dar uma prenda aos emigrantes naturais de Arouca. Ora, qual a melhor forma de presentear os ditos naturais? Realizando o jogo a quase 70 km da sua terra.

Se houve presente, esse mesmo foi dado ao adversário que, mesmo assim, o desperdiçou, não conseguindo vencer.

No Municipal de Aveiro até podiam estar muitos arouquenses mas não a torcer pelo clube da sua terra, e isso só foi um fator contra o clube de Carlos Pinho. Caso contrário, e certamente caberiam todos no seu estádio com cinco mil lugares e não teriam de se deslocar 70 km.

Seria, talvez, mais sensato, dizer que os proveitos gerados com o dinheiro da bilheteira foi muito superior caso o jogo fosse em Arouca e, com isso, poupava-nos a este discurso. Mas será que o motivo para a alteração foi apenas esse? É que se assim for, com o FC Porto (e embora já cá não estejam os tais emigrantes) certamente que haverá mais procura do que a oferta que o Estádio Municipal de Arouca pode oferecer e, nesse caso, também seria benéfico para as finanças do FC Arouca que o jogo se realizasse num estádio com maior capacidade mas, segundo Carlos Pinho, "não faz sentido".


Certo é que, com um estádio repleto de adeptos da equipa adversária e não podendo tirar proveito das reduzidas dimensões que tem o relvado arouquense, jogar em Aveiro, à excepção dos ganhos com os bilhetes, só beneficiou uma equipa, ou pelo menos tinha tudo para isso, mas nem assim...

Importante, é também dizer que acho muito bem que com o FC Porto joguem no seu estádio, só não percebo por que não o fazem sempre tendo o seu estádio disponível. Serão só os proveitos financeiros ou a questão de presentear emigrantes que está em questão?

O que é curioso é que nas quatro jornadas que o Benfica teve/tem anteriores a jogar com o FC Porto no Dragão, três delas foram/serão em casa e outra só foi "fora" no papel, o FC Arouca vs SL Benfica.

Caro Carlos Pinho, dou-lhe uma sugestão: da próxima vez que quiser presentear quem quer que seja, faça o jogo no Dragão. Para além da cidade do Porto ficar mais próxima de Arouca que Aveiro (as distâncias aqui e aqui), ainda leva mais "emigrantes".

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Mercado de Transferências Fechado!

Finalmente está encerrado o mercado de transferências!

Em Portugal, e na maioria dos campeonatos, desde ontem, em Inglaterra desde hoje às 18h. 
De maior importância fica só a faltar a Rússia ver terminado o seu tempo para contratar jogadores, mas o país (com o Zenit à cabeça) que tantas dores de cabeça dava por nos tirar jogadores "fora do tempo" já não é o que era, principalmente depois das medidas de limitação de estrangeiros nas equipas russas.

Com o fecho do mercado acabam também as dezenas de novelas sobre quem vem, quem sai, o interesse em jogador x ou y e demais histórias. 

No último dia de mercado, o FC Porto contratou dois mexicanos: Jesús Corona e Miguel Layún.
Se o primeiro já vinha sendo falado para os azuis e brancos há já algum tempo, e não só este ano, o segundo foi uma completa surpresa. 

De Layún (27 anos) apenas sei que é um jogador polivalente: joga à esquerda na defesa, mas também na direita e pode atuar, ainda, como médio defensivo. 
Ao que dizem, é um defesa goleador e possui um potente remate.
Se dará garantias e será um bom substituto do seu antecessor só o tempo e as exibições o dirão. 

Se há algo a que o FC Porto nos habituou foi comprovar as qualidades de jogadores completamente desconhecidos, que com Miguel Layún aconteça o mesmo.



Relativamente a Jesús Corona (22 anos) é mais conhecido que o seu compatriota. É extremo e joga preferencialmente no lado esquerdo do ataque.
Corona é rápido e gosta de ter bola no pé, será bom para causar desequilíbrios e acelerar o jogo do FC Porto.

Com a chegada do ex-Twente, confirma-se que Brahimi irá jogar no centro depois de não ter chegado nenhum dos jogadores muito ventilados para reforçar essa posição.

À semelhança de Layún, só o tempo e as exibições do jogador podem ditar a sua real importância e qualidade. Contudo, o preço da sua contratação vai ser um fardo bastante pesado de carregar caso as coisas não comecem a correr bem desde cedo. 


Para além das duas chegadas, há ainda a destacar as colocações de jogadores que não contavam para Lopetegui e de outros que já não vinham sendo opção ainda antes da chegada do treinador espanhol. Se pode ser alvo de crítica o facto de muitos desses casos terem sido resolvidos apenas no último dia de mercado, o que é facto é que colocamos todos os nossos jogadores e resolvemos casos como o de Rolando, Quiñonez ou Djalma, algo que já não se via há várias épocas terminado este período.

Fechado o mercado, os Portistas contam com um plantel de 25 elementos. São eles:
Guarda-redes: Iker Casillas, Helton e Gudiño;
Defesas: Maxi, Layún, Lichnovsky, Maicon, Marcano, Indi, José Ángel e Cissokho;
Médios: Rúben Nenes, Danilo, Herrera, André André, Bueno, Evandro, Sérgio Oliveira e Imbula;
Avançados: Varela, Corona, Aboubakar, Dani Osvaldo, Tello e Brahimi.

Temos um plantel que me parece equilibrado e com diferentes alternativas. Uns optariam por deixar ficar determinados atletas e dispensar outros, mas são eles os escolhidos. 

A partir de hoje são estes os meus jogadores, são estes por quem vou gritar, aplaudir (espero que muito) e defender.
Vamos à luta!